«Porque posso ter um ‘bichinho’…» – A importância dos animais de estimação

crianças

Se os pais permitem ter um animal de estimação vão certamente realizar uma boa conversa sobre esse assunto, com o estudante, de forma a consciencializa-lo, responsabiliza-lo e alerta-lo sobre todos cuidados e mudanças de rotina que os donos terão de assumir.
O estudante, independentemente da idade, começa a concretizar melhor essa noção a partir do momento em que o animal chega a casa e incluísse como fazendo parte da vida familiar. A partir deste momento cria-se uma clara noção de que todas as atitudes têm consequências e é imprescindível agir, cuidar, proteger, porque o animal reage a todos os estímulos.
Para além desta noção obvia de responsabilização e sensibilização, o conviver e cuidar de um animal de estimação apresenta os seguintes benefícios:

Apoia o desenvolvimento emocional: através da cumplicidade, afeto e carinho recíproco entre criança e animal.
Apoia o desenvolvimento social: saber que cuidados ter para com o seu animal e para com o das outras pessoas
Menor risco de doenças alérgicas: bebés até aos 12 meses que contatem com animais apresentam maior resposta imunitárias às alergias.
Promove o exercício físico: Correr e brincar com um cão ou gato é, para além de um relacionamento de carinho e cumplicidade, grande promotor exercício físico e atividade motora, essencial ao crescimento.
Transmissão de serenidade: ver um peixe a nadar, um gato a dormir… transmite calma à agitação do dia a dia.
Oferece experiências de amor: proporciona o despoletar de sentimentos únicos e profundos de afeto.

Se concorda que as dificuldades de ter um animal são superadas por todos estes benefícios, comece a pensar em que animal seria ideal para a sua família…

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8 comentários em “«Porque posso ter um ‘bichinho’…» – A importância dos animais de estimação”

  1. Nós tivemos a Tica. Quando ela faleceu, fomos buscar duas meninas – a Becas e a Amora. Apesar de ter uma filha, na altura com cerca de 8 anos, agora com 13, somos nós, adultos, que mais apaixonados somos pelas gatas, e foi mais por nós que por ela, que as adoptámos.
    Quando colocámos a hipótese de adotarmos uma cadelinha que conhecemos, a minha filha nem ligou. Nós, adultos, é que ainda hoje nos sentimos tentados.
    Mas ter duas gatas já é uma grande responsabilidade. Se não conseguimos proporcionar um tratamento semelhante, a todos os níveis, não vale a pena avançar.

  2. Existem crianças que valorizam mais do que outras…. mas, realmente, cabe aos adultos responsabilizarem e responsabilizarem-se por todos os cuidados… até porque é necessário algum suporto financeiro e emocional para cuidar de animais!

  3. Talvez porque a “doida” dos animais seja eu, e eles sempre tenham tido poiso aqui em casa, que o meu filhote não é de ligar muito. Já deu como dado adquirido 😁😉

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