A dislexia deixa alguns sinais de alerta nos estudantes de tenra idade, contudo, estes podem ser fonte de inquietação para os educadores, em qualquer idade ou nível escolar.
No 1º ano podemos perceber alguns destes sinais de alerta:
- Dificuldade em associar letras a sons;
- Dificuldade em ler monossílabos ou soletrar palavras simples;
- Recusa de concretizar tarefas de leitura;
- Lentidão e necessidade de apoio na realização dos trabalhos escolares;
- Histórico familiar de dislexia.
Sinais de alerta, nos anos escolares seguintes:
- Necessidade de soletrar palavras novas, ou com fonemas e sílabas semelhantes;
- Na leitura, omissão de sílabas ou palavras, ex: biblioteca/ bioteca;
- Maior facilidade em ler em contexto do que ler palavras soltas;
- Dificuldade em ler e interpretar problemas matemáticos;
- Dificuldade em terminar fichas de avaliação no tempo previsto;
- Erros ortográficos frequentes;
- Caligrafia imperfeita;
- Escrita em espelho;
- Evita ler e escrever.
Se revemos alguns destes sinais de alerta, ou outros, que nos inquietem para a possibilidade do estudante estar perante a dislexia, torna-se necessário concretizar um diagnóstico que despiste tal situação. Este diagnóstico é produzido com base na história familiar e clínica, em testes psicométricos, em testes de consciência fonológica, de linguagem, de leitura e da ortografia, e deve ser concretizado por profissionais especializados.
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Muito interessante!!
Obrigada!
É bom saber a que sinais devemos estar atentos para ajudar da melhor forma possível.
Beijinhos
Para quem convive com crianças é sempre bom conhecer alguns sinais de alerta.
Sou dislexico desde que me lembro. Mas a minha infância foi complicada devido a esse mesmo problema. Agora é relativamente fácil identificar o problema, mas na minha época (tenho mais de 40 anos) era complicado. Na primária apesar de nunca ter chumbado, foi apontado por duas professoras como deficiente, com dificuldades de aprendizagem, etc….. o curioso é que cresci e daquela turma de alunos sou dos poucos que se licenciou e o único com pós graduação. Afinal, quem era o defiiente???
Ainda bem que a escola evoluiu um pouco, assumindo-se hoje que a dislexia não torna ninguém menos capaz de nada… Muito obrigada pelo seu testemunho, é um excelente exemplo!!!