Se é já uma aflição para a família escolher o pré-escolar das crianças, já percebemos que estes receios e ensaios não acabam, nem na escolha da universidade.
Esta é uma preocupação muito justa e muito válida, se por um lado, as famílias pretendem escolher escolas próximas da área de residência, também pretendem ver as suas crianças bem acolhidas e com todas as condições necessárias a uma aprendizagem concreta.
Mas isto, não tarefa fácil… o poder financeiro é, desde logo, um ponto chave em tudo isto, pelo acesso aos colégios privados, apresentam-se com bons resultados escolares e com as mais variadas ofertas extracurriculares…
Depois, na zona de residência a família pode ter a sorte de existir muita oferta formativa pública, como pode apenas existir uma escola, num raio de muitos quilómetros, tal é a disparidade urbanística, do nosso país.
Finalmente, algumas decisões tornam-se mais simples… “vou para a escola do meu irmão’; aquela escola não tem ‘Espanhol/Francês’; ‘não tem o curso de secundário que quero, por isso vou mudar’…
Na minha opinião, não existem escolhas certas, nem acertadas, a escola onde aquela criança/ jovem é feliz, o outro estudante pode não o ser… aquela estratégia de formação que uma família aprecia, não é a mesma que outra idealizará…
E, neste sentido, deve ser algo em constante reflexão e adaptação, com muito diálogo e avaliação constante e sempre existirão prós e contras!
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