A Biblioteca Nacional de Portugal

contextos educativos

E se antes escrevi sobre livros, agora torna-se imprescindível escrever sobre a nossa Biblioteca Nacional que, com «um património documental vasto e muito diversificado que alcança quase dez séculos de história e cultura da sociedade portuguesa e abrange todos os temas e géneros que cabem num acervo bibliográfico, em contínuo crescimento. Um património que consagra um futuro para o passado e que a cada dia se constrói num registo sistemático do presente, para as gerações vindouras.» (in: http://www.bnportugal.pt/).

A Biblioteca Nacional de Portugal tem mais de duzentos anos de história, criada inicialmente por D. Maria I, em 1796, e seguida por conturbados locais de permanência, encontra-se agora no sólido e imponente edifício no Campo Grande, construído na década de sessenta.

Ao longo dos vários anos tem expandido a sua intervenção, tendo tido novo impulso a partir dos anos 80 com a abertura da sala de periódicos, o início dos empréstimos interbibliotecas, a informatização e a criação do Serviço de Música.

«Com mais de 200 anos, a BNP iniciou, em 2007, um processo de reestruturação que visa contribuir para o enriquecimento e divulgação do património bibliográfico nacional, bem como para modernizar, racionalizar e incrementar o seu funcionamento com vista a servir o público, a comunidade profissional, e os editores e livreiros.» (in: http://www.bnportugal.pt/)

Vele a pena visitar… explorar… ler…. refletir…

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14 comentários em “A Biblioteca Nacional de Portugal”

  1. Das 2 vezes que lá fui, fiquei desiludido.
    Sem pagar os 10 euros do cartão anual ou o cartão de 2,50, para 5 dias (ou ser aluno da universidade), só temos acesso à área de entrada e a espreitar lá para dentro.
    Compreendo que para aceder aos arquivos e aquelas salas, do primeiro andar, onde estão os manuscritos e os livros raros, seja necessário existir normas muito duras e muitíssimo controladas. Ou para as salas onde ficam as exposições. Para o acervo geral, o acesso devia ser gratuito. Identificável mas, sem ser preciso pagar o cartão.

  2. Até aceito as restrições, visto que vivemos numa sociedade onde, mesmo o que é do Estado, sobrevive independente. No entanto, o ideal, seria ser o acesso gratuito a qualquer pessoa, embora se mantendo medidas de segurança.

  3. Nunca fui. Sempre tive a ideia (não sei se certa) que o acesso à Biblioteca Nacional tinha condicionantes. Essencialmente vocacionado para estudantes ou para trabalhos ou estudos académicos, para se poder consultar alguma documentação.

  4. Nunca lá entrei mas pelo que vi aqui nos comentários o acesso tem vários condicionantes…
    No meu tempo de escola visitava sempre bibliotecas perto das escolas mas agora não porque a minha zona não tem nenhuma biblioteca para a população.

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