Pedir aos adolescentes e jovens que passem parte das suas férias de verão sem ecrãs pode ser dramático, se estes estão integrados em outros momentos de lazer, como campos de férias, ATL’s, etc, facilmente se esquecem dos telemóveis ou da TV. Contudo, se estão em casa, com menos atividades propostas, menos regras impostas e menor convívio social, será bastante normal que exijam ter um desses equipamentos, na maior parte do tempo.
De facto, para as famílias isto é bem mais do que um tema complicado, é um pesadelo familiar, são discussões e pontos de divergência de difícil resolução.
Não venho aqui fazer um ‘milagre’ nas propostas que deixo. Venho apenas alertar para esta necessidade de desligar adolescentes e jovens destes ecrãs, nestes momentos de férias e, para ajudar, deixo algumas propostas:
Combinem em família horas em que todos desligam e guardam os telemóveis;
Limitem horas permitidas para cada equipamento;
Definam outras tarefas a serem realizadas em grande parte do dia, em que o estudante está mais sozinho, não há problema algum que tenha de cozinhar e fazer tarefas domésticas;
Desaconselha-se Tv’s, telemóveis ou tablet’s no quarto;
Penalize comportamentos não autorizados;
Ofereça momentos ao ar livre e em convívio com pessoas da mesma faixa etária, regularmente;
Use as aplicações de controlo parental em todos os equipamentos utilizados por eles.
Se as regras forem exigidas sempre e sem exceções, estes adolescentes e jovens entenderão facilmente que, de nada lhes servirão os momentos dramáticos!
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