Quando o estudante não vê bem…

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Começo já por referir que não tenho conhecimentos formativos para escrever sobre oftalmologia, o que aqui irei escrever é apenas a minha experiência empírica relativamente aos estudantes que, muitas vezes, precisam de recorrer a tais profissionais.

 Muitas crianças começam a demonstrar a necessidade de usar óculos em idade escolar, a dificuldade em olhar para o quadro, as dores de cabeça após um dia de aulas, a dificuldade em ler em ecrãs, podem manifestar-se nos primeiros anos de escola… quando assim é, por vezes, são os próprios professores que denotam essas dificuldades e alertam as famílias.

Este Post é, no fundo um alerta para as famílias, para que façam algumas consultas de rotina ao oftalmologista com o estudante, mesmo que nem sempre eles manifestem essa necessidade…

Por vezes, estes rastreios são realizados nas escolas. Contudo, tenho a certeza que alguns de vós conhecem casos – como eu – de crianças que, por não quererem usar óculos procuram enganar os enfermeiros e técnicos que fazem estes rastreios, decorando as letras do quadro avaliativo e dificultando assim um primeiro despiste.

Tudo isto porque, algumas situações podem ser melhoradas com uma avaliação e tratamento precoce, não sendo obrigatório que, uma criança que use óculos em tenra idade, os tenha de usar a vida toda!

Algumas situações que podem deixar um alerta:

  • Dores de cabeça;
  • Dificuldade na escrita e na leitura;
  • Erros ao copiar do quadro;
  • Olhos vermelhos;
  • Um constante semicerrar os olhos;
  • Esfregar os olhos;
  • Dificuldade em ver para a TV ou para o PC;

Para além desta situação, alerto também para o diagnóstico do daltonismo, (dificuldade na interpretação correta das cores), algo sobre o qual já escrevi, em anos atrás, mas que pode consultar aqui e aqui.

 

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